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PPGTE (Mestrado): Maria Inez Ibargoyen Moreira

por ppgte-ct publicado 30/10/2018 10h32, última modificação 19/11/2018 15h50
Organização Inovadora: Um estudo sobre a gerência de relações empresariais e comunitárias do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná- Unidade de Curitiba à luz da ação comunicativa de Jurgen Habermas
Quando
05/04/2001
de 14h30 até 16h00
(America/Sao_Paulo / UTC-300)
Onde
Sala de videoconferência do CEFET-PR
Pessoa de contato
Dr. João Augusto Bastos
Participantes
Dr. João Augusto Bastos (Orientador)
Drª. Sonia Ana Leszczynski
Dr. Alfredo Iarozinski Neto
Dr. Sérgio Román Palavecino
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Resumo: Este trabalho é resultante de uma pesquisa que trata da questão da cooperação escola-empresa que se desenvolve em uma Instituição de Educação Tecnológica. O seu objetivo é analisar a dinâmica organizacional do processo de cooperação para extrair dela os elementos necessários para uma reflexão crítica à luz de algumas teorias que regem as organizações, como o Estruturalismo e o Funcionalismo, e propor um salto paradigmático na forma de conceber a sociedade e as organizações. É com esse propósito que a Teoria da Ação Comunicativa vem ilustrar este trabalho, prestando as suas contribuições para uma mudança de racionalidade no processo de cooperação. Não se trata de apresentar modelo, mas sim de oferecer alguns subsídios teóricos que possam consubstanciar a prática da cooperação e, nesse sentido, a teoria habermasiana , pela riqueza dos seus fundamentos e de sua ampla visão de modernidade, abre várias possibilidades para uma mudança de pensamento que possa conciliar os interesses humanos e sociais com os interesses específicos da organização. A pesquisa definiu-se por uma investigação qualitativa, de cunho exploratório, utilizando a técnica da entrevista semi- estruturada, envolvendo os profissionais que atuam na área de cooperação escola-empresa. Os resultados da pesquisa apontam para a existência de uma racionalidade burocrática e objetivante, mas também vislumbram algumas possibilidades de transformação. Por fim, apresenta algumas sugestões referenciadas na Teoria da Ação Comunicativa de Jürgen Habermas para fundamentar novas práticas e concepções que venham a ser adotadas pela Instituição.