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Dia Internacional de combate à homofobia: Projeto de extensão tem propiciado debates no câmpus

O Dia Internacional de Combate à Homofobia é comemorado no dia 17 de maio. A data foi escolhida lembrando a exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 17 de maio de 1990, oficialmente declarada em 1992. A UTFPR de Francisco Beltrão tem estimulado ações que visem a discussão de temas que gerem algum tipo de preconceito, por intermédio do projeto de extensão: Qual é meu preconceito.

O projeto já trabalhou questões ligadas à gênero e a homofobia com exposições e rodas de conversa. O acadêmico de Engenharia Ambiental, Pedro Prando da Silva, que faz parte do projeto, conta que “trabalhamos inclusive a questão sobre a homofobia no exterior, quando dois egressos do câmpus relataram a experiência que viveram no exterior quando participavam do programa Ciência sem Fronteiras”.

“As questões referentes à homofobia precisam ser trabalhadas, muitas vezes o estudante chega à universidade de uma cidade diferente, por vezes ele não se aceita e não é aceito pela comunidade, isso pode agravar outras questões trazendo crises de ansiedade. Se a universidade for um ambiente acolhedor irá melhorar tanto o desempenho do aluno, quanto da própria instituição”, afirmou.

Pedro acredita que as discussões tem evoluído tanto na universidade quanto no município. “Está acontecendo uma conscientização sobre as fobias e uma união em torno da causa. Pessoas que são contra qualquer tipo de preconceito unidas no combate ao preconceito podem fazer a diferença”, finalizou.

A psicóloga do câmpus e proponente do projeto, Gabriella Mafiolletti, conta que realizou uma pesquisa entre a comunidade universitária e que 80% das pessoas já sofreram algum tipo de preconceito. “Todas as discussões iniciaram ainda no protagonismo estudantil, que resultou na extensão, ou seja, ele foi proposto por um aluno que percebeu que havia preconceito. E quando pensamos no preconceito, por vezes, pensamos no preconceito que o outro sofreu e não nos damos conta que já sofremos também. Por isso é importante debater o tema e demostrar que podemos viver de uma forma mais igual e justa”.

Atualizado em 17/05/2017

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