6º Sei

Seminário de Extensão e Inovação recebeu trabalho dos 13 câmpus

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná de Francisco Beltrão sediou na quinta (24) e sexta-feira (25) o 6º Seminário de Extensão e Inovação. O evento é uma oportunidade para discentes e servidores que desenvolvem atividades de extensão, cultura e inovação, conhecerem e divulgarem, socializarem e apresentarem o que está sendo produzido na Universidade. A abertura oficial aconteceu na noite de quinta-feira no Espaço da Arte e as atividades tiveram continuidade na sexta-feira na universidade.

Durante estes dias mais de 400 pessoas dos 13 câmpus da instituição apresentaram em formatos de banner e oral os trabalhos desenvolvidos. Também participaram de mesas redonda, cursos, palestras, oficinas e atividades culturais.

João Felipe Pompeo da Silva é do curso de Engenharia Química do câmpus Francisco Beltrão e desenvolve um projeto de extensão na área de webrádio. “É uma área diferente da qual eu curso e o projeto me proporcionou uma visão mais ampla sobre as coisas”, destacou. Sobre o SEI o aluno considera uma excelente oportunidade para troca de conhecimentos. “Há uma variedade de temas e pesquisas muito grande, além de que também podemos nos inserir no ambiente extensionista e de pesquisa apresentando nosso trabalho. Muitos como eu estão nesta condição pela primeira vez”, afirmou o universitário.

Abertura

A solenidade de abertura aconteceu na quinta-feira no Espaço da Arte. Compuseram a mesa diretiva o Pró-Reitor de Relações Empresariais e Comunitárias da universidade, Douglas Paulo Bertrand Renaux, o Diretor-Geral da UTFPR Câmpus Francisco Beltrão, Alexandre da Trindade Alfaro e o presidente da Comissão Central Organizadora do 6º SEI e Diretor de Relações Empresariais e Comunitárias do Câmpus, Eder da Costa dos Santos.

O professor Eder ressaltou o empenho e determinação de todos que trabalharam e se dedicaram para tornar o evento realidade. Em sua fala, o diretor-geral Alexandre Alfaro, destacou que a realização do SEI foi um grande desafio para o câmpus pela sua grandeza e importância que tem para o sistema UTFPR.

Para o pró-reitor o câmpus teve muita coragem ao assumir os dois maiores eventos da instituição, disse referindo-se ao SEI e ao Sicite que foi sediado no início do mês. “Essa coragem se deve principalmente ao fato de estarmos vivendo um uma época de incertezas e instabilidade e um dos câmpus mais novo do sistema chamou para si a responsabilidade e a cumpriu de maneira muito organizada”, destacou.

Ao dar as boas-vindas o pró-reitor enfatizou que o trabalho não termina com o evento “só vai terminar no momento em que o trabalho for aplicado na sociedade e que tenha sucesso. Por isso lanço a vocês um desafio levem em frente e apliquem”, finalizou Renaux.

Durante a solenidade houve ainda a apresentação do Coral e a encenação da texto O Menestrel de Veronica Shoffstall, por integrantes do grupo Encenar para Integrar, que também é um projeto extensionista.

Logo após o professor Jadson Cláudio Belchior da Universidade Federal de Minas Gerais compartilhou suas experiências e perspectivas com relação a parcerias universidade-empresa.

Programação

Além dos pôsteres e apresentações orais houve curso de implementos e máquinas agrícolas para pequenas propriedades com o instrutor Adrevando de Lima. Mesa redonda parcerias universidade-empresa – modelos sustentáveis, moderada pelo professor Carlos Herig com participação do professor Jadson Belchior e do professor da UTFPR Gilberto Branco.

Outra discussão sobre Soluções Criativas para Novos Desafios contou com o representante dos empresários, Antônio Pedron, pela secretária de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, Izete Passaia, pela diretora executiva do Centro de Inovação e Tecnologia, Silvana Gomes, pelo coordenador do Programa de Empreendedorismo da universidade, Ricardo Mânica e mediado pela professora Paula  Zarelli.

Para os participantes o mais importante é aproximar a comunidade científica para a real necessidade das empresas. “Talvez a empresa não perceba que tem um problema e que pode contar com a tecnologia para resolver e até para torná-la mais competitiva e que os estudantes podem ajudar” destacou Izete que apresentou um panorama da indústria de Francisco Beltrão.

Já Silvana Gomes citou que a Rede de Incubadoras pode fortalecer o espaço de inovação. “Não podemos abandonar a pesquisa e precisamos ter espaços e fomento”. O representante da universidade no debate destacou o papel dela frente aos novos desafios e ressaltou a diferença entre inovação e invenção “inovação é a invenção que tem espaço no mercado e é isso que precisamos com sinergia entre sociedade civil, governo, universidades e empresas”.

Por sua vez Pedron destacou o potencial que a UTFPR de Francisco Beltrão apresenta. “Por vezes a comunidade não imagina tudo que a universidade oferece e há um certo distanciamento achando que é algo inatingível, por isso vejo a necessidade de uma aproximação maior trazendo os empresários para a universidade”, finalizou.

Houveram ainda oficinas de extensão e as palestras: Propriedade Intelectual e Desenvolvimento Tecnológico” com o pesquisador em Propriedade Industrial no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e Creditação da Extensão nos cursos de graduação da UTFPR com a professora Laize Porto Alegre.

Atualizado em 25/11/2016

 

 

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