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Grupo da UTFPR que trabalha com Internet das Coisas recebe fomento da Fundação Araucária
publicado: 17/02/2020 11h57 última modificação: 17/02/2020 11h57

Monitorar e comandar os sensores de uma lavoura com um simples clique, sem precisar se deslocar até ela. Desligar pelo celular a lâmpada da sala que ficou acesa e você só percebeu quando já estava deitado. Esses são alguns pequenos exemplos de como a tecnologia e a Internet das Coisas (IoT, do inglês Internet of Things) podem fazer pelo seu dia a dia.

A otimização do tempo, a facilidade e comodidade gerada pelas tecnologias são resultados de pesquisas realizadas em universidades e empresas. A área de IoT, que é emergente e tem se popularizado nos últimos anos, requer investimento para soluções em segurança e desempenho.

Na UTFPR de Francisco Beltrão a questão é trabalhada pelo grupo de pesquisa IntelAgir, formado por servidores e acadêmicos da universidade. Uma das pesquisas do grupo, coordenada pelo professor Michel Albonico (que também é coordenador do curso de graduação em Licenciatura em Informática), busca alternativas para implantação e comunicação desse tipo de dispositivo. O projeto foi contemplado com auxílio financeiro da Fundação Araucária e o resultado dos investimentos em dispositivos de IoT e servidores de internet impactará também em outras frentes de atuação, que beneficiarão diretamente a comunidade beltronense. Esse projeto vai ao encontro de outras ações do IntelAgir, como uma rua inteligente para Francisco Beltrão e uma solução para provedores de IoT, ambos em fase de projeto e negociação.

De acordo com o coordenador com Albonico, “teremos a oportunidade de desenvolver aqui em Francisco Beltrão uma tecnologia que vem sendo pensada mundialmente. Visto a importância de alternativas para essa área, o projeto deverá resultar em networking (rede de contatos) com pesquisadores nacionais e internacionais, com a expectativa de pesquisa científica de qualidade. Além disso, há um potencial de protótipos que possam gerar inovação e monetização, o que, consequentemente, é bom para a economia e o desenvolvimento local”, destaca o coordenador.

O professor ainda enfatiza a importância do fomento para a pesquisa. “A aplicabilidade de todo o estudo é possível graças ao fomento de fundações e investimento de verba pública. Neste edital em específico, o fomento veio do governo do estado do Paraná, por meio da Fundação Araucária”, finaliza Albonico.