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Índice Geral de Cursos da UTFPR melhora no triênio 2007-2009

A UTFPR recebeu conceito 303 no Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC) 2009. O resultado é melhor do que o apresentado no ano passado, quando a instituição recebeu conceito 298 no IGC 2008. Os dados mais atuais foram divulgados no dia 13 de janeiro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O IGC 2009 é um indicador de qualidade das instituições de ensino superior do país e levou em consideração o triênio 2007-2009.

Destaque entre as instituições de ensino superior do país, a UTFPR manteve-se no pequeno grupo com IGC na faixa 4 (com conceitos de 295 a 394). Das 2.137 instituições com IGC em 2009, apenas 124 ficaram nesta faixa. No Paraná, apenas 10 instituições, de um total de 171, receberam conceito igual ou maior que 295.

Entre as universidades paranaenses, a UTFPR manteve-se com o sexto melhor IGC, logo após a Estadual de Maringá (UEM) - 356, Federal do Paraná (UFPR) - 350, Estadual de Londrina (UEL) - 329, Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) - 322 e Estadual de Ponta Grossa (UEPG) - 314.

Os conceitos do mestrado e do doutorado da UTFPR ficaram entre os melhores do Paraná. Considerando as universidades, o conceito médio do doutorado (2,8286) só foi menor que o apresentado pela UEM (2,9035) e o conceito médio do mestrado (4,0871) foi o terceiro, após UFPR (4,3104) e UEM (4,0977). O conceito médio da graduação (2,8051) foi o sexto entre as universidades do estado.

Enade 2009

O Inep também divulgou as notas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2009. Da UTFPR, quatro cursos participaram do exame. Ciências Contábeis e Administração, do Campus Pato Branco, receberam os conceitos 5 e 4, respectivamente. Os cursos de Design, do Campus Curitiba, e de Tecnologia em Design de Moda, de Apucarana, ficaram sem conceito, pois até aquele momento ainda não haviam apresentado alunos concluintes.

Para o cálculo do conceito do curso no Enade, utiliza-se a média ponderada da nota padronizada dos concluintes no componente específico, da nota padronizada dos ingressantes no componente específico e da nota padronizada em formação geral (concluintes e ingressantes), possuindo estas, respectivamente, os seguintes pesos: 60%, 15% e 25%. Assim, a parte referente ao componente específico contribui com 75% da nota final do curso, enquanto que a parte de formação geral contribui com 25%. O conceito é apresentado em cinco categorias (1 a 5), sendo que 1 é o resultado mais baixo e 5 é o melhor resultado possível, na área.

Sobre o IGC

O Índice Geral de Cursos da Instituição considera, em sua composição, a qualidade dos cursos de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado). No que se refere à graduação, é utilizado o CPC (conceito preliminar de curso) e, no que se refere à pós-graduação, é utilizada a Nota Capes. O resultado final está em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5).

O CPC é uma média de diferentes medidas da qualidade de um curso. As medidas utilizadas são: o Conceito Enade (que mede o desempenho dos concluintes), o desempenho dos ingressantes no Enade, o Conceito IDD (Indicador de Diferença Entre os Desempenhos Observado e Esperado) e as variáveis de insumo. O dado variáveis de insumo – que considera corpo docente, infra estrutura e programa pedagógico – é formado com informações do Censo da Educação Superior e de respostas ao questionário socioeconômico do Enade. Para um curso ter CPC é necessário que ele tenha participado do Enade com alunos ingressantes e alunos concluintes.

Já a Avaliação dos Programas de Pós-graduação, realizada pela Capes, compreende a realização do acompanhamento anual e da avaliação trienal do desempenho de todos os programas e cursos que integram o Sistema Nacional de Pós-graduação (SNPG). A medida de qualidade da pós-graduação que compõe o IGC é uma conversão das notas fixadas pela Capes.

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