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Moçambicanos no Campus

Apesar do frio e temperaturas abaixo de zero, o que os surpreende é o calor dos brasileiros
Moçambicanos no Campus

Oa acadêmicos

Desde o início do mês de julho, acadêmicos vindos de Moçambique, participantes de um programa de iniciação científica que é oferecido pela parceria entre o Ministério de Ciência e Tecnologia de Moçambique e o Ministério da Educação (MEC), estão no Campus Pato Branco.

Ao sair de Maputo, capital de Moçambique, com aproximadamente 2 milhões de habitantes, Nelma Celeste Tavares, que está desenvolvendo projeto na área de Educação do Campo e Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar, conta que foi informada que eles estariam vindo para o interior do País e imaginou uma realidade bem diferente, mais simples, e ficou um pouco preocupada, mas ao chegar aqui se encantou pela cidade e pelas pessoas.

Transcorridos poucos dias desde a chegada ao Brasil, ainda em adaptação, os acadêmicos Dércio Sampaio Zaqueu, Desidério Amaral, Josefa Matola e Nelma Celeste Tavares, tiveram a oportunidade de participar de dois eventos realizados fora do Campus. O primeiro foi a I Conferência de Ensino, Pesquisa e Extensão – I Coepe, realizado pela Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, Campus Realeza, que aconteceu de 12 a 14 de julho. De 21 a 23 de julho, o grupo participou, juntamente com a professora Maria de Lourdes Bernartt, coordenadora do programa de iniciação e alunos do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Regional, da XIII Jornadas Transandinas de Aprendizagem, realizado pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI, Campus de Frederico Westephalen.

Com uma conversa bem descontraída, a simpatia e a alegria do grupo são contagiantes. Eles afirmam estarem adorando as novas experiências, e que apesar do frio e temperaturas abaixo de zero, o  que os surpreende é o calor dos brasileiros. “Em todos os lugares que chegamos as pessoas nos recebem bem e logo começamos a trocar experiências, não só em relação às diferenças culturais, mas, também, sobre nossos projetos científicos, e nessa troca aprendemos e fazemos amizades ”, enfatizaram Desidério e Dércio.

No total, serão 6 estudantes moçambicanos no Campus Pato Branco durante, aproximadamente, 60 dias de estudos e pesquisas. Na última semana de julho chegaram Arnaldo André Guibunda e Eurico Simango que trabalharão com projetos na área de Engenharia Civil, sob a orientação da professora Caroline Angulski da Luz.

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