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Pesquisadores da Embrapa falaram sobre Melhoramento de Forrageiras Adaptadas às Diferentes Regiões do Brasil

Por meio de uma parceria entre o Grupo Interação Solo-Planta-Animal (GISPA), o Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAG) e o grupo PET – Agronomia, aconteceu na manhã do dia 26, no anfiteatro da UTFPR – Câmpus Pato Branco, o ciclo de palestras “Melhoramento de forrageiras adaptadas às diferentes regiões do Brasil”.

As palestras foram proferidas pelos pesquisadores doutora Cacilda Borges do Valle, da EMBRAPA Gado de Corte, de Campo Grande (MS) e doutor Daniel Portella Montardo, da EMBRAPA Pecuária Sul, de Bagé (RS). Ambos trataram sobre o histórico e perspectivas do melhoramento de plantas forrageiras, sendo a doutora Cacilda para as regiões tropicais e o doutor Daniel para as regiões subtropicais e temperadas do Brasil. Foram abordados temas de extrema relevância para a pecuária nacional, estadual e regional, no que tange às principais cultivares de forrageiras recomendadas e seu correto manejo, metodologias e exemplos práticos de organização da cadeia produtiva para que, uma vez lançada uma variedade, que esta seja multiplicada, comercializada e que esteja acessível ao produtor rural.

Nesse ponto foram explicadas as parcerias público-privadas entre a EMBRAPA e a UNIPASTO, no Brasil central, e com a SULPASTO no sul do Brasil. Tanto a UNIPASTO como a SULPASTO, são associações de empresas de comercialização de sementes de plantas forrageiras que comprando os direitos de comercialização, aportam recursos para que os programas de melhoramento de forrageiras sejam mantidos, fortalecidos e ampliados. Trata-se de um exemplo a ser seguido, pois é uma parceria do tipo “ganha-ganha”, segundo as palavras da doutora Cacilda.

Outra questão abordada pelos palestrantes foi a importância de se fazer pesquisa e difusão das recomendações de manejo acerca dos materiais lançados, pois muitos são os exemplos de grandes forrageiras que foram lançadas no passado e pouco uso e melhoria nos sistemas de produção foi feito pelo manejo inadequado.

O público participante, aproximadamente 250 pessoas, foi constituído por alunos do curso de Agronomia da UTFPR e Faculdade Mater Dei, produtores rurais, técnicos da EMATER, pesquisadores do IAPAR e professores e alunos do Instituto Federal de Palmas.

Após as duas palestras foi composta uma mesa redonda para receber perguntas, comentários e debater o assunto.

O coordenador do evento e professor do departamento acadêmico de Ciências Agrárias (DAGRI), doutor André Brugnara Soares, avaliou que “o evento foi muito bom, ajudando para o desenvolvimento da região e para solução de problemas históricos que temos na região, como por exemplo: quando se recomenda os tipos de pastagens indicadas para esta região, considerando os fatores edafoclimáticos, de manejo, de orçamento, etc, os produtores alegam muitas vezes que não encontram as sementes no comércio. Este (cooperativas, revendas de insumos) quando consultados do porquê não vendem essas sementes, alegam que não há demanda na região. E um círculo vicioso está criado. Foram debatidas alternativas de efetivamente levar a tecnologia para o campo”, considerou o professor.

Além das questões que foram apresentadas e debatidas na oportunidade, os pesquisadores, em reunião com professores do curso de Agronomia da UTFPR, trataram sobre parcerias futuras na área de pesquisa.

Quem não pôde estar presente durante as palestras e discussão, pode acessar o canal da UTFPR Pato Branco no Youtube para assisti-las.

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Atualizado em 27/04/2017

Assessoria de Comunicação

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