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Bolicho 2017 criado para a V Mateada Farroupilha usa técnica indígena de cestaria

O Bolicho da V Mateada Farroupilha, da UTFPR – Câmpus Pato Branco, realizada entre os dias 18 e 20 de setembro de 2017, apresentou novidades. Parte dele foi feito com palets e outra com um painel de 4,5 por 2,5 metros de bambu Merostachys multiramea, espécie nativa das regiões de matas de araucária.

O professor e pesquisador, Fabiano Ostapiv, responsável pelo projeto e construção do Bolicho, revelou que neste ano a ideia foi a de mostrar uma técnica diferente de construção com o bambu. Foi usada a taquara lixa e montada uma parede numa técnica indígena de cestaria adaptada.  “A ideia do projeto é resgatar o conhecimento tradicional e mostrar que é possível construir habitações rústicas e robustas, de forma simples, rápida, barata e durável usando materiais disponíveis na região”, considerou Fabiano.

Além disso, quando executamos um projeto dessa natureza, é possível pensar em várias possibilidades. Nos desafios tecnológicos para produzir painéis modulares com este material em maior escala. Como estes painéis poderiam ser usados de modo diverso e com outros materiais, como por exemplo o concreto, a argila e os polímeros? Como caracterizar e ensaiar estes materiais para comprovar suas características mecânicas?” Estas e outras questões precisam ser respondidas com pesquisa, indaga o professor.

Ele completa dizendo que “nosso interesse é estudar e disseminar a tecnologia de processamento manual das diferentes espécies de bambu nativas, pois, quanto mais pessoas começarem a usar o bambu, mais rapidamente esta importante cadeia produtiva se estabelecerá no país gerando desenvolvimento e riqueza”, completa Ostapiv.  

O projeto de Extensão do Galpão Crioulo utilizando bambu deste ano está na terceira versão, sempre buscando mostrar novas técnicas construtivas.

Se envolveram nesta atividade alunos dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Mecânica.

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Atualizado em 21/09/2017

Assessoria de Comunicação 

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