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Formação de NEABIs é pauta na Reitoria da UTFPR

Formação de NEABIs é pauta na Reitoria da UTFPR

Publicado 1/19/2024, 2:03:47 PM, última modificação 1/19/2024, 2:16:00 PM
A comissão de Consciência Negra entregou proposta de regimento ao reitor Marcos Schiefler

Na manhã desta sexta-feira, 19 de janeiro, o reitor da UTFPR, Marcos Schiefler, recebeu a professora Amanda Crispim, presidente da Comissão de Consciência Negra da UTFPR, a técnica-administrativa  Jussara de Medeiros, membro da Comissão, e o estudante Jhonatan da Silva, do bacharelado em Design da Universidade Tecnológica Federal e membro do Coletivo Estudantil Enedina Alves. Além desse grupo, participaram da reunião o presidente do sindicato de professores da UTFPR, Edson Fagundes, o assessor institucional da UTFPR, Wagner Endo, e a diretora de Comunicação da Universidade, Maurini de Souza.

 O grupo veio apresentar ao reitor uma proposta de criação de comissão permanente para tratar de questões envolvendo a comunidade negra e indígena e o regimento para a formação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) – um órgão institucional,  com representantes em todos os campi e com responsabilidades pelas 13 cidades nas questões relativas à comunidade a ser representada. Segundo o documento, “Considerando os deveres republicanos da Universidade pública, assumimos o compromisso de acolher, acompanhar, apoiar, proporcionar condições de possibilidades e/ou oportunizar ambiente de convivência entre estudantes negras/os e indígenas”.

Amanda Crispim explicou que, durante o evento no dia da Consciência Negra realizado na UTFPR (disponível em https://www.youtube.com/watch?v=Ur72PR_y_Qg ), o reitor propôs a formação de uma comissão permanente para atuar nas questões relativas à comunidade negra e indígena. A partir dali, o grupo de Consciência Negra se organizou e preparou o material que a presidente entregou nesta manhã. Para ela, “A institucionalização dos NEABIs é fundamental para que as ações relacionadas às questões étnico-raciais se fortaleçam na instituição e, desse modo, possamos construir uma sociedade mais igualitária ”.

Segundo o reitor Marcos Schiefler, ações como esta estão intrinsecamente ligadas à própria natureza da Universidade, em destaque, a Universidade Pública brasileira; “é importante que tais propostas partam, assim como esta, da base para a Reitoria. Nós apoiamos e fazemos o que for preciso para que a Universidade seja este lugar de diálogo com as diferentes comunidades que nos formam e que tais diálogos se tornem normativas, ações e regulamentos, com vistas à formação de uma Instituição socialmente justa”.

Nos próximos dias, o reitor pretende ler o documento e encaminhar para a Procuradoria Jurídica, a fim de consultar quais os melhores caminhos institucionais para dar andamento ao projeto.