Estudante da UTFPR conquista segundo lugar em premiação de apresentação no XVII Seminário de Iniciação Científica do ICMBio

A estudante de Ciências Biológicas do campus Ponta Grossa , Manuella Cortegoso Dias conquistou o segundo lugar na categoria de melhor apresentação do Programa Monitora, durante o XVII Seminário de Iniciação Científica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A pesquisa, intitulada “Efeito da sazonalidade e topografia no monitoramento de borboletas frugívoras em ambiente montanhoso da Mata Atlântica: um estudo de caso no Parque Nacional da Serra dos Órgãos”, foi desenvolvida ao longo de um ano e apresentada na sede do ICMBio, em Brasília, em parceria com a UFPR e com o ICMBio, que também financiou o projeto.
A edição do seminário contou com projetos e trabalhos desenvolvidos em várias Unidades de Conservação Federais de todas as regiões do país. A premiação representa reconhecimento à qualidade da pesquisa desenvolvida pela estudante e à sua atuação no âmbito do Programa Monitora, iniciativa voltada ao acompanhamento da biodiversidade e de processos ecológicos em unidades de conservação federais.
Além da apresentação em Brasília, a pesquisa vem ampliando oportunidades de intercâmbio científico e colaboração com diferentes instituições de excelência e unidades de conservação, favorecendo a troca de experiências e a construção de uma rede de contatos que ultrapassa os limites do projeto de iniciação científica.
Para o Prof. Igor de Paiva Affonso, orientador da Manuella na UTFPR, essa experiência evidencia a importância da iniciação científica na formação acadêmica, não apenas pela oportunidade de produzir conhecimento e participar de redes de colaboração, mas também por possibilitar que os estudantes se aproximem de áreas específicas pelas quais demonstram interesse e desenvolvam competências de forma mais aprofundada. Oferecer oportunidades para que cada estudante explore seus interesses e potencialidades contribui para transformar a formação acadêmica em experiência prática, fortalecer a autonomia e fazer florescer, desde a graduação, o profissionalismo e a identidade profissional, especialmente em áreas tão necessárias, como ecologia, monitoramento da biodiversidade e conservação da Mata Atlântica.
