Equipe da UTFPR se destaca em competição global de cibersegurança

Entre os dias 13 e 15 de dezembro, alunos do campus Curitiba integrantes do projeto de extensão VESPAS (Vanguarda de Estudos de Segurança, Privacidade e Ameaças em Sistemas) participaram da competição HTB University CTF 2024: Binary Badlands. A equipe resolveu 32 desafios de um total de 49, conquistando a 108ª posição num universo de 1128 times de todo o mundo, sendo todas as atividades realizadas online.
"Fomos uma das equipes brasileiras mais bem classificadas e top 5 da América Latina", celebra o professor Daniel Pigatto, um dos coordenadores do VESPAS. "Durante a competição, chegamos a estar na 78ª posição", lembra o professor do Departamento Acadêmico de Informática do campus Curitiba (DAINF-CT).
VESPAS
Juntamente com Daniel, o projeto de extensão vinculado ao DAINF é coordenado pela professora Juliana de Santi. Conforme explicam os docentes, o objetivo do VESPAS é "promover um espaço para ampliação do conhecimento prático e teórico em cibersegurança e aumento da conscientização para os cuidados necessários na interação com o mundo digital". Além de oficinas e materiais didáticos, uma das ferramentas do projeto para cumprir essa missão é a participação em eventos competitivos.
A equipe que participou da competição iniciou os estudos no dia 30 de outubro do ano passado e tem integrantes de cursos vinculados ao DAINF e ao DAELN (Departamento Acadêmico de Eletrônica), a saber: Antonio Galvão Neto, Augusto César Graeml, Caique Ferraz Cornelio, Henrique Lopes de Barros e Bergson Furtado Martins (de Sistemas de Informação); Eduardo Vinicius Dias e Raphael Felix (da Engenharia de Computação); e Sergio Rafael Garcia (da Eng. Eletrônica)
Hack the Box
Esse é o significado do "HTB" que vai no nome da competição. Hack the Box é uma plataforma/ rede social que oferece produtos e serviços para pessoas e empresas, e promove desafios gamificados de cibersegurança como a presente competição, para "hackers éticos e entusiastas de infosec", segundo o site da empresa.
Já CTF significa capture the flag (pegue a bandeira), consistindo em "uma competição de hacking que visa promover o aprendizado prático sobre segurança da informação. O objetivo é resolver desafios para encontrar uma 'bandeira' (flag) escondida, que normalmente é um código", explicou o professor Daniel.
