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Estudante da UTFPR-CT conquista medalha de bronze na Maratona Feminina de Programação

Estudante da UTFPR-CT conquista medalha de bronze na Maratona Feminina de Programação

Publicado 6/28/2024, 1:26:53 PM, última modificação 6/28/2024, 1:27:43 PM
Thaís Carvalho foi a melhor competidora do Sul do Brasil

Thaís Carvalho, estudante do curso de Engenharia da Computação da UTFPR campus Curitiba conquistou medalha de bronze na Maratona Feminina de Programação (MFP), competição nacional promovida pela Sociedade Brasileira de Computação.

A Maratona Feminina de Programação é uma disputa individual que visa incentivar a participação feminina em competições de programação. Dividida em duas etapas, a primeira ocorreu em 13 de abril, de forma virtual ou presencial, em que Thaís se classificou na segunda de 568 posições. A final foi realizada em Campinas, nos dias 14 e 15 de junho, com a participação de 125 competidoras e Thaís alcançou o sétimo lugar. “Assim, ela conquistou a medalha de bronze, visto que na MPF, as medalhas de ouro vão para as três primeiras colocadas; prata para as posições quatro a seis e bronze para  sétima a décima posição. Ela também foi a melhor competidora da região Sul”, explica o professor Leandro Zatesko, do Departamento Acadêmico de Informática (DAINF-CT).

Thaís Carvalho integra a extensão “Clube de Programação” e afirma que sua participação no projeto a auxiliou na conquista da alta posição. “O Clube me ajuda, principalmente, por ser um lugar em que pessoas de diversos níveis que têm interesse em Programação competitiva podem se reunir para discutir problemas e aprender juntas. Desde que entrei no grupo, ele já cresceu muito e ter uma comunidade cada vez mais engajada. É o que tem feito com que alcancemos resultados cada vez melhores, como por exemplo os obtidos na MPF”, declara Thaís.

Honra ao mérito

Larissa Behrens é aluna de Engenharia Eletrônica da UTFPR-CT e foi uma das organizadoras da primeira etapa da MFP no campus Curitiba. Ela é líder do time de pesquisa e do time de programação do projeto de extensão Emílias. Na MFP, Larissa alcançou o 19º lugar na primeira fase e durante a etapa final ficou em 113º. 

“É bastante complicado contar minha experiência pois sou uma pessoa autista com extrema dificuldade a mudanças e questões sociais. Então, a MFP foi muito difícil pra mim por conta disso. Eu não sinto que aproveitei nada que a organização da MFP tentou promover, já que não foi feito para que pessoas autistas se sentissem confortáveis no ambiente”, lamenta a estudante. “O maior desafio foi a minha condição e como o evento ‘inclusivo’ lidou com ela de forma errônea, mesmo com o conhecimento prévio de que haveria pessoas neurodivergentes participando da maratona”, complementa.


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