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UTFPR lança Programa de Gestão e Desempenho para técnicos-administrativos

UTFPR lança Programa de Gestão e Desempenho para técnicos-administrativos

Publicado 8/23/2023, 12:44:24 PM, última modificação 8/23/2023, 3:06:42 PM
Adesão ao programa é voluntária e deve ser autorizada pela chefia do servidor; controle das tarefas será por entregas

Lançado PGD da UTFPR (Imagem: Freepik)

Foi publicada nesta quarta-feira, dia 23, a Instrução Normativa nº 54 que autoriza e estabelece orientações, critérios e procedimentos gerais para a implementação e operacionalização do Programa de Gestão e Desempenho (PGD) na UTFPR. O programa é destinado aos servidores técnico-administrativos em educação em exercício na instituição.

O lançamento oficial do PGD UTFPR ocorreu em uma transmissão ao vivo feita no Canal da UTFPR (YouTube), com a participação do reitor Marcos Schiefler, do diretor de Gestão de Pessoas, Marcelo Kusma, e do presidente da Comissão de Implantação e Acompanhamento do PGD, Diego Maronese.

O objetivo do PGD é promover uma gestão inovadora, orientada a resultados, baseada em evidências, com foco na melhoria contínua das entregas dos órgãos e entidades da administração pública federal, otimizando a gestão dos recursos públicos. A participação no programa é facultativa e deve ser solicitada pelo interessado à sua respectiva chefia e atender ao interesse da instituição.

Segundo o reitor Marcos Schiefler, o lançamento do PGD foi possível em razão das recentes mudanças na legislação promovidas pelo Governo Federal. "O programa trará um maior dinamismo, permitirá fortalecer o trabalho em rede, que nós tanto defendemos; ou seja, com o trabalho por demandas, por entregas, nós poderemos ter a assunção de várias atividades com maior abrangência. Como isso, vamos conseguir melhorar a qualidade do próprio trabalho e o bem-estar e a qualidade de vida dos servidores", destaca.

O presidente da comissão do programa, Diego Maronese, comenta que o modelo adotado pela UTFPR será o de regime parcial, em que parte da jornada ocorre presencialmente no órgão e parte de forma remota, em local de preferência do participante. A limitação, nesse caso, é que todos os servidores deverão trabalhar presencialmente no mínimo 20% de sua jornada semanal.

“Ou seja, pelo menos um dia inteiro ou dois meios períodos o servidor deve estar trabalhando no órgão. Essa divisão entre períodos de teletrabalho e presencial vai depender da realidade, da rotina de trabalho e da organização de cada unidade”, explica.

Outra determinação apontada no documento é que nenhuma unidade poderá ficar sem atendimento presencial e nenhum setor poderá ficar fechado. Além disso, os participantes ficam dispensados do registro de controle de frequência e assiduidade, na totalidade da sua jornada de trabalho, qualquer que seja a modalidade e o regime de execução.

O acompanhamento dos trabalhos será feito pelas entregas, conforme planejamento acertado com as chefias. A Comissão de Implantação e Acompanhamento do PGD já está preparando os documentos necessários para a implantação das unidades e, na próxima semana, iniciarão os treinamentos das comissões locais de suporte que auxiliarão as equipes na preparação e organização do setor para iniciarem o PGD.

O plano de entregas deverá conter a data de início e de término, com duração máxima de um ano, as metas e prazos a serem executados, e ser aprovado pela chefia. O servidor, para participar, deve ter cumprido pelo menos um ano de estágio probatório e permanecer disponível para contato, no período definido pela chefia.

“Neste momento, as equipes que forem participar do PGD devem se organizar e elaborarem um planejamento das demandas e entregas que precisam realizar em determinado período, pensando a nível de setor e individual”, completa Maronese.

O controle do planejamento do PGD dos setores será feito através do Sistema Eletrônico de Informação (SEI). Em outubro, o Ministério de Gestão e Inovação (MGI) deve lançar um sistema próprio para o controle do programa.

Programa piloto

Durante os primeiros meses deste ano, alguns setores da UTFPR participaram do programa piloto do programa, coordenado pela Comissão de Implantação.

Para o diretor de Gestão de Pessoas Marcelo Kusma, essa experiência ajudou para que a decisão de implementação do processo fosse tomada com tranquilidade. "Nós tomamos uma atitude de fazer uma instrução normativa provisória, que deu possibilidade de criarmos o trabalho piloto do PGD. Agora, temos uma experiência consolidada, com dados e sem as amarras que outras instituições tiveram", comenta. Ao todo, 177 servidores participaram da experiência-piloto na UTFPR.

Outras informações sobre o programa estão disponíveis na Instrução Normativa de implantação e dúvidas podem ser enviadas através de um formulário para a Comissão de Implantação e Acompanhamento do PGD