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NAPI Eletrônica Orgânica

NAPI Eletrônica Orgânica

Publicado 3/24/2024, 4:23:53 PM, última modificação 5/6/2024, 3:48:35 PM
Equipe UTFPR:

Pesquisador(a)

Função

Campus

Link Currículo Lattes

Andreia Gerniski Macedo

Coordenadora

CT

http://lattes.cnpq.br/4203846336170641

Paula Cristina Rodrigues

Pesquisadora

CT

http://lattes.cnpq.br/2140595408768900

Roberto Mendonça Faria

Pesquisador

CT

http://lattes.cnpq.br/1426399772341383

Poliana Macedo dos Santos

Pesquisadora

CT

http://lattes.cnpq.br/5317366192057348

Alexandre de A. Prado Pohl

Pesquisador

CT

http://lattes.cnpq.br/9118815178885363

Wilson José da Silva

Pesquisador

CT

http://lattes.cnpq.br/6419561860187332

Neri Volpato

Pesquisador

CT

http://lattes.cnpq.br/8414652619232683

Arandi Ginane Bezerra Jr

Pesquisador

CT

http://lattes.cnpq.br/7811492311173264

Douglas José Coutinho

Pesquisador

TD

http://lattes.cnpq.br/1916064207740861

Carlos Eduardo Cava

Pesquisador

LD

http://lattes.cnpq.br/2534829129105740

Instituções envolvidas na execução:

Universidade Estadual de Londrina

UEL

Universidade Estadual de Ponta Grossa

UEPG

Pontifícia Universidade Católica do Paraná

PUC-PR

Companhia de Saneamento do Paraná

Sanepar

Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento

LACTEC

Bosch do Brasil

Bosch

Universidade de Aveiro - Portugal

UA

Universidade de Karlstad - Suécia

KAU

America R&D Ltda

Grafeno do Brasil

Resumo:

As pesquisas na área da Eletrônica Orgânica (EO) são muito importantes pois têm alto potencial para geração de produtos tecnológicos que podem ser aplicados em diversos setores que demandam dispositivos optoeletrônicos, tais como: energia, saúde, comunicação, segurança, saneamento e sensoriamento. Em termos comerciais, os eletrônicos orgânicos vêm revolucionando a indústria eletrônica, abrindo caminho para o desenvolvimento econômico e social mais sustentável, inclusive contribuindo para redução da degradação do meio ambiente. Entre as tecnologias comerciais derivadas da EO podem ser citados os televisores com telas ultrafinas, leves e com alta resolução que estão disponíveis no mercado. Outros produtos versáteis são as telas flexíveis, células solares, eletrônicos vestíveis, sensores e embalagens inteligentes. O Brasil é o único país do hemisfério sul com produção científica competitiva em diversos segmentos da EO. Mais especificamente, laboratórios de instituições do estado do Paraná, públicas e privadas, vêm realizando pesquisas nesta área, formando pesquisadores em nível de pós-graduação e estabelecendo colaborações com empresas instaladas no estado. Sendo um campo de pesquisa multidisciplinar, a EO emprega materiais semicondutores orgânicos, tais como moléculas e polímeros conjugados, que podem ser combinados com complexos organometálicos e materiais nanoestruturados. Estes materiais orgânicos ou híbridos orgânico-inorgânicos são materiais ativos aplicados em dispositivos optoeletrônicos flexíveis, leves e de baixo custo. Também integra o campo da eletrônica impressa, pois os dispositivos são fabricados por processos de impressão, possibilitando a produção em larga escala e com custo reduzido. Atualmente verifica-se a necessidade de desenvolvimento de instrumentação (eletrônica e ótica) que seja versátil, eficiente e de baixo custo, que possa ser usada em análises em campo ou no ambiente de laboratório. A proposta deste NAPI tem como objetivos centrais: (1) Sintetizar e caracterizar nanomateriais, novas moléculas e polímeros orgânicos; (2) Desenvolver dispositivos eletrônicos e optoeletrônicos orgânicos direcionados para aplicações nos setores de Energia, Meio Ambiente e Cidades Inteligentes e (3) desenvolver instrumentação eletrônica e ótica. Para alcançar estes objetivos propostos serão abordados problemas emergentes nos setores de energia, desenvolvimento sustentável e cidades inteligentes no Paraná, por meio de ações que contribuam para o desenvolvimento tecnológico de forma eficiente e sustentável. A produção de conhecimento será direcionada para solução de problemas no contexto de aplicações e demandas tecnológicas específicas. A equipe deste NAPI conta com 17 doutores de universidades do estado do PR (UTFPR, UEPG, PUCPR e UEL), 3 professores doutores de universidades estrangeiras (Universidade de Aveiro e Universidade de Karlstad), 4 29 pesquisadores doutores de empresas e institutos de pesquisa, e vários estudantes em formação. Ao todo, a presente proposta envolve 7 grupos de pesquisa e 9 programas de Pós-Graduação; compreende ainda a participação de 7 empresas e 1 divisão do Governo Federal, que apoiam formalmente este NAPI. A interação com o setor produtivo dar-se-á pela participação formal na equipe do projeto, capacitaçãoformação de funcionários, auxílio nos processos de certificação das metodologias empregadas, disponibilizando amostras ou infraestrutura laboratorial. A organização do NAPI contará com um comitê gestor composto de pelo menos 1 integrante de cada instituição. Para fins de difusão da tecnologia serão produzidos materiais para divulgação científica (home page do NAPI, livros e folderes), minicursos, workshops e oferta de disciplina específica sobre EO. Além disso, este NAPI irá reportar novos materiais, desenvolvimento de processos e dispositivos optoeletrônicos(sensores, fotovoltaicos e armazenamento de energia), e sobretudo contribuirá para a formação capacitada de recursos humanos, que futuramente atuarão no desenvolvimento tecnológico do Paraná por meio da EO, atendendo as políticas públicas definidas acima.