Sobre

Publicado 6/13/2023, 8:28:21 PM, última modificação 2/20/2024, 10:00:18 AM
Atenção: todos os ensaios são realizados na Sala dos Corais UTFPR, no Bloco V3 da UTFPR Câmpus Curitiba - Sede Centro, na Av. Silva Jardim, 807.

Boca do Brilho Vocal Feminino

Data: Terças
Horário: das 17h30 às 19h
Descrição resumida: Grupo iniciante
Informações adicionais: O Vocal Feminino surgiu em 2015, como um Ensemble de vozes femininas, derivado do então Coro de Câmara da UTFPR. Nos anos de 2016 e 2017 o projeto foi mantido e começou a delinear o próprio modo de trabalho, com repertório e horário próprio de ensaio. Em 2018 o grupo caminha para um independência artística e busca definir sua linha de trabalho e atuação para os anos subsequentes.

A ideia de se manter um grupo vocal feminino e de acolher, por exemplo, as mães com o seus filhos durante o ensaio, surge para dar oportunidade para que essas mulheres possam desenvolver sua expressividade por meio do canto coral e voltar a ter um momento seu, muitas vezes único em suas semanas. O grupo é formado atualmente por mulheres jovens e maduras, compondo um espaço de acolhimento e de realização pessoal.

São mulheres reais: alunas, professoras, servidoras, mães, filhas, que se encontram para cantar sobre o mundo feminino por meio de canções preferencialmente compostas ou arranjadas por mulheres. Os principais momentos do ano são os meses de março e outubro, pela visibilidade das campanhas voltadas para o universo feminino.

Data: Segundas
Horário: das 19h30 às 21h30
Descrição resumida: Grupo intermediário, com audição
Informações adicionais:  O Grupo Vocal Terça Maior iniciou como projeto-piloto em agosto de 2016, como parte integrada do Coral UTFPR. Foi criado com o objetivo de atender a existente demanda de coralistas leigos ou  iniciantes, ou seja, integrantes com nenhuma ou pouca experiência em canto ou qualquer outra forma de fazer musical. Trata-se de um grupo vocal com repertório exclusivamente popular (não-erudito) e universitário, que também serve como porta de entrada para participação em grupos corais mais avançados (como o próprio Coral UTFPR, por exemplo).

Grupos vocais populares, no Brasil, geralmente possuem repertório exclusivo de Música Popular Brasileira (MPB) ou de música étnica/“world music” (música característica tradicional de povos específicos e suas culturas).
O nome foi escolhido pelos ensaios inicialmente serem feitos às terças-feiras, usando também a brincadeira com o intervalo musical de terça maior (distância entre duas notas). O primeiro regente foi Daniel Chomiak, e mesmo em 2016 o grupo já iniciou suas apresentações em eventos, juntamente com o Coral UTFPR. Atualmente é regido por Patrick Kondlatsch e Giuliano Aurichio Pereira.

Coro Juvenil Entrevoz

Data: Segundas
Horário: das 18h às 19h30
Descrição resumida: Grupo iniciante
Idade: a partir dos 16 anos
Informações adicionais:

A Oficina de Corpo e Voz - Coral Entrevoz, surgiu em setembro de 2017, com o intuito de unir as linguagens musical, corporal e cênica na execução de  repertório de música popular, passando por gêneros como Rock, Pop, Broadway, MPB, Bossa Nova ou qualquer outro estilo que possibilite ao grupo desenvolver as três linguagens em um fazer artístico integral. O grupo, inicialmente chamado como Coral Jovem Entrevoz voltava-se à atuação com jovens na faixa etária de 16 a 24 anos, faixa etária que, normalmente encontra-se em período escolar (Ensino Médio/Superior).

Em sua primeira formação, a maior dificuldade apresentada foi a compreensão da linguagem musical pelo grupo e a transposição do que estava na partitura para a voz. Alguns integrantes já possuíam algum conhecimento musical, instrumental ou teórico, outros iniciavam pela primeira vez no canto coral. Como proposta base, em seus ensaios, o grupo sempre realizou momentos de aprendizagem musical, sendo o maior foco de trabalho e, paralelamente, estudo de elementos cênicos e coreográficos, de forma a criar uma ligação entre corpo e voz.

O grupo ensaia todas as semanas, sendo dispensado em feriados e em momentos específicos do calendário acadêmico, como férias escolares ou recessos, devido aos compromissos educacionais dos cantores. A partir dos últimos três semestres de trabalho, o projeto foi revisto e remodelado. Para 2019, o Coral Jovem Entrevoz, passa a ser somente Oficina de Corpo e Voz - Coral Entrevoz, tornando-se um grupo para desenvolvimento inicial de cantores e intérpretes cênico/vocais, com idade mínima de 16 anos e sem idade limite, com isto, pretende-se fortalecer o trabalho do grupo e permitir o contato dos cantores-intérpretes com a percepção do corpo e da voz como elementos interligados no canto coral. Atualmente é regido pelos regentes Fernando Magalhães e Giualino Aurichio Pereira.

Coral Infantil da UTFPR 

Data: Quartas
Horário: das 19h às 20h30
Descrição resumida: Grupo iniciante
Idade: dos 06 aos 12 anos
Informações adicionais: 

Trata-se de um projeto piloto, que teve início em Março deste ano de 2018, com a supervisão da Maestrina Priscilla Battini Prueter, e constituído por (04) quatro regentes auxiliares que recebem capacitação da UTFPR (alunos de graduação em música e voluntários).

A  faixa etária engloba o público infantil a partir dos 5 aos 14 anos de idade, sendo integrantes da comunidade e filhos de funcionários da instituição. Os ensaios são semanais, com uma hora e meia de duração sem contar com o agendamento de apresentações musicais e ensaios extras que muitas vezes ocorrem aos sábados, domingos e feriados.

O repertório trabalhado é selecionado a partir de análise do potencial do grupo e das regentes, partindo do princípio de incentivar o interesse do coralista pela música, proporcionar ao cantor experiências com outras línguas, e culturas e fomentar a musicalização nas crianças.  Este repertório é composto principalmente de músicas infantis, folclóricas, brincadeiras de roda, músicas étnicas e estrangeiras.

A educação musical através do canto pode contribuir não só para a formação musical dos alunos mas como ferramenta eficiente de transformação social, envolvendo a construção de identidades culturais das crianças, assim como apoiar o desenvolvimento da autoconfiança.

O valor do canto coral se funde com o valor da educação musical como área de desenvolvimento de musicalização de uma sociedade e por ser uma atividade coletiva e participativa ao extremo onde o instrumento exigido é o próprio indivíduo que participa, e nele a música tem como função, considerando as várias necessidades do ser humano: expressão emocional, prazer estético, representação simbólica, divertimento e de contribuição para a continuidade e estabilidade da cultura, e outras mais.

O canto em coro, praticado desde a infância, propagado nas escolas,  lares e projetos como este, trará gerações renovadas na disciplina dos hábitos da vida social . Podemos incluir nestas habilidades, o desenvolvimento da autoconfiança, da imaginação e do prazer de aprender, a necessidade de relacionamento com o outro,  a disciplina e a constância que serão úteis para o resto de suas vidas. Todos esses benefícios, para a criança, será uma forma de lazer, aprendizado e descoberta.

Coral UTFPR 

Data: Terças e quintas
Horário: das 19h30 às 21h30
Descrição resumida: Grupo avançado, com audição
Idade: a partir de 18
Informações adicionais: 

O Coral UTFPR tem uma longa história dentro da instituição. Fundado em 1966 pelo Maestro Francisco César Leinig, auxiliado pelo professor Wilson dos Santos até 1974, o Coral da UTFPR acompanhou, ao longo de seus quarenta e seis anos, as mudanças e desenvolvimentos da Instituição que representa. A longo da mudança de Coral do CEFET-PR para Coral da UTFPR, foi dirigido por oito maestros e maestrinas, com diferentes repertórios e linhas de atuação, mas sempre aliando os benefícios do canto coral para seus integrantes e a comunidade, em busca de qualidade artística e técnica na representação da Tecnológica.

Nos quase trinta anos em que esteve sob a direção de Francisco Leinig, o Coral participou de diversas apresentações em Curitiba e muitas outras cidades do Brasil, participando e sendo premiado em diversos Encontros de Corais. Neste período, o grupo participou também de programas de televisão. Em 1969, gravou sete compactos com músicas eruditas e populares (incluindo o Hino do CEFET-PR). Em 1978, acrescentou ao repertório registrado um LP.

Entre 1991 e 1992, assumiu o grupo Ênio Linhares, que transformou o conjunto em Coral Cênico, sendo posteriormente sucedido pelo Maestro Paulo Roberto Lemos Máximo. Em 1996, o Maestro Silas Viana de Souza tomou a frente do coral, dando início a uma longa gestão que durou até 2002, tendo sido brevemente substituído em 1998 pelo Maestro Ricardo Bernardes. Esses seis anos foram marcados por uma crescente atenção aos elementos técnicos do coral e uma maior valorização da música erudita na constituição do repertório. Foi ainda Silas Viana quem deu início aos Encontros de Corais do CEFET-PR, iniciados em 1997 e realizados anualmente até 2002, quando ocorreu sua sexta e última edição.

Após o afastamento de Silas Viana, em 2003, por motivos de saúde, o grupo foi assumido por maestrinas, ficando o grupo sob a orientação de Reneé Rebello (2004 e 2005) e depois de Viviane Mattos (2006 e 2008). Neste período, o conjunto foi organizado como Conjunto Vocal, com menos cantores e maior presença de música popular brasileira no repertório. Em 2008, a UTFPR destinou uma vaga permanente para o trabalho coral, que passou a ser dirigido pelo Maestro Márcio Steuernagel. No entanto, este último regente permaneceu no cargo por poucos meses.

Em março de 2009, assumiu a maestrina Priscilla Battini Prueter que retomou as atividades do coral universitário, assim como o tradicional encontro de corais da instituição, atualmente na sua 14ª edição.

O Coral UTFPR tem participado de concursos nacionais e internacionais e se destacado nas competições: Concurso de Corais da Rede Globo de Televisão, 2º lugar (2011); I Festival Internacional de Corais de Curitiba, 1º lugar (2014); II Festival Internacional de Corais, 3º lugar (2015).

A premiação mais recente foi o Prêmio Funarte de Arte e Educação 2018 pelo espetáculo Fronteiras, apresentado em 2017 no Teatro Guaíra.

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