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DIMENSÃO 02 - CORPO DOCENTE

DIMENSÃO 02 - CORPO DOCENTE

Dimensão 02

>>> DIMENSÃO 02 <<<

Acesso a indicadores específicos do PPC

Indicador 2.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

*Indicador 2.2 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

Indicador 2.3. ATUAÇÃO DO COORDENADOR

Indicador 2.4. REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO

Indicador 2.5. CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO

Indicador 2.6. REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO

Indicador 2.7. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO DOCENTE

*Indicador 2.8 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Indicador 2.9. EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA SUPERIOR

*Indicador 2.10 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

*Indicador 2.11 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Indicador 2.12. ATUAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE

*Indicador 2.13 TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO

*Indicador 2.14 EXPERIÊNCIA DO CORPO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

*Indicador 2.15 INTERAÇÃO ENTRE TUTORES, DOCENTES E COORDENADORES DE CURSO A DISTÂNCIA

Indicador 2.16. PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA

*Indicadores com link desabilitadas: Não são aplicáveis neste curso!

Indicador 2.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) foi criado por meio da Portaria Nº 147 do MEC de 02 de fevereiro de 2007, com o propósito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação de um curso de graduação.

As atribuições do NDE constam no Parecer CONAES n° 4 de 17 de junho de 2010 e respectiva Resolução n° 1 de 17 de junho de 2010/CONAES, citada: "O NDE de um curso de graduação é constituído por um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do PPC” (CONAES, 2010).

Ressalta-se que a atuação do NDE é um critério levado em consideração pelo INEP na avaliação institucional e de cursos (INEP, 2015b).De acordo com a Resolução supracitada, Art. 2, são atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras: I contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; II zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; III zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.

O NDE é um órgão consultivo da coordenação de curso, responsável pelo processo de concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC). De acordo com artigo 4º, o NDE deve ter a seguinte constituição:

  • O coordenador do curso atua com presidente do NDE,
  • No mínimo 5 docentes pertencentes ao corpo docente do curso, preferencialmente garantindo-se a representatividade das áreas do curso e de docentes que participaram do projeto de abertura do curso.

As ações desenvolvidas pelo NDE vão de acordo com o artigo 3º que define as atribuições do NDE:

  • Elaborar, acompanhar a execução, propor alterações no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e/ou estrutura curricular e disponibilizá-lo à comunidade Acadêmica do curso para apreciação;
  • Avaliar, constantemente, a adequação do perfil profissional do egresso do curso;
  • Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades acadêmicas;
  • Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de atividades de pesquisa e extensão oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas pública relativas à área do conhecimento;
  • Zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação;
  • Propor, no PPC, procedimentos e critérios para a auto avaliação do curso;
  • Propor os ajustes no curso a partir dos resultados obtidos na autoavaliação e na avaliação externa;
  • Convidar consultores ad hoc para auxiliar nas discussões do projeto pedagógico do curso;
  • Levantar dificuldades na atuação do corpo docente do curso, que interfiram na formação do perfil profissional do egresso;
  • Propor programas ou outras formas de capacitação docente, visando a sua formação continuada.

O artigo 4o trata da constituição do NDE, e deve contar com o coordenador de Curso, como seu presidente e no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo docente do curso, preferencialmente garantindo-se a representatividade das áreas do curso. O NDE do curso de Engenharia Elétrica conta com seis docentes e o presidente, todos com titulação stricto sensu, e regime de trabalho em tempo integral.

A renovação parcial do NDE ocorre com os docentes interessados em assumir função no NDE manifestando sua intenção, em reunião, e os interessados são entrevistados e avaliados pelo Colegiado de Curso. Em havendo uma quantidade maior de interessados que o número de vagas, procede-se uma eleição, onde votam todos os docentes do Departamento. Juntamente com a troca de mandato do Coordenador do Curso, que ocorre a cada dois anos, ocorre a renovação de 50% dos integrantes do NDE e do Colegiado do Curso. Assim, o NDE mantém parte de seus membros desde o último ato regulatório.

>>> Link portaria NDE - 2022 - (renovação)  <<<

>>> Link portaria NDE - 2021 - (nomeação) <<<

As reuniões ordinárias ocorrem, no mínimo, duas vezes por semestre e as atas são registradas no SEI e assinadas eletronicamente.

>>> LINK para as atas das reuniões, organizadas por ano: <<<

>>> NDE 2022 <<<

>>> NDE 2021 <<<

>>> NDE 2020  <<<

>>> NDE 2019 <<<

>>> NDE 2018 <<<

Como descrito, o NDE de engenharia elétrica propõe constante atualização do PPC, reportados em suas atas de reunião. Além disso, é descrito no PPC a atuação e preocupação do NDE na formação do estudante, analisando a adequação do perfil do egresso, conforme questionário proposto aos alunos citado no item 4.6 do PPC. Além disso o NDE também, aprovou e discutiu, em 2019, criação de disciplinas ministradas exclusivamente em inglês para fomentar a para a internacionalização e mobilidade do curso de Engenharia Elétrica (item 3.4), aprovando as disciplinas Artificial Intelligence (Resolução no 48/2019 - COGEP) e Reconfigurable Logic Devices (Resolução no 47/2019 - COGEP), considerando as DCns e as novas demandas do mundo do trabalho.

TOPO!

*Indicador 2.2 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

Exclusivo para cursos na modalidade a distância e para cursos presenciais que ofertam disciplinas (integral ou parcialmente) na modalidade a distância (conforme Portaria nº 1.134, de 10 de outubro de 2016).

Indicador 2.3. ATUAÇÃO DO COORDENADOR

A atuação do coordenador está de acordo com o PPC, atende à demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes e discentes, e a representatividade nos colegiados superiores, é pautada em um plano de ação documentado e compartilhado, dispõe de indicadores de desempenho da coordenação disponíveis e públicos e administra a potencialidade do corpo docente do seu curso, favorecendo a integração e a melhoria contínua.

>>> Link - Plano de Atuação do Coordenadora <<<

>>> Link - Ata de aprovação <<<

O Coordenador de Curso junto ao Núcleo Docente Estruturante – NDE é entendido no âmbito da Universidade como gestor pedagógico, do qual se espera o compromisso com o investimento na melhoria da qualidade do curso, analisando as dimensões didáticas, pedagógicas, administrativas e políticas, mediante o exercício da liderança ética, democrática e inclusiva, que se materialize em ações propositivas e proativas.

De acordo com o artigo 4º da resolução nº 145/2019 – COGEP, o coordenador(a) do curso de Engenharia Elétrica é indicado(a) a partir de uma lista tríplice encaminhada ao Diretor Geral do Campus.

A lista tríplice é decidida em reunião com os professores do curso, convocada pelo chefe do departamento, a pedido do coordenador em exercício, antes do encerramento de seu mandato. No decorrer desta reunião os professores interessados em assumir a função manifestam sua intenção e havendo mais de um interessado é realizado uma consulta com os presentes. A partir do resultado desta, o Colegiado do Curso elabora a lista tríplice. Caso não haja interessados ou houver menos de três integrantes, a lista tríplice é elaborada apenas pelo Colegiado do Curso.

>>> Link - Ata 02/2021 - Definição da lista tríplice <<<

>>> Link - Ofício 19/2021 - Apresentação do escolhido à DIRGRAD <<<

Para a realização das ações didáticas-pedagógicas, o coordenador deve executar as seguintes atividades:

  • Monitorar a atuação dos professores em suas disciplinas e laboratórios;
  • Solicitar a revisão periódica do plano de ensino principalmente quanto às referências bibliográficas e métodos de ensino;
  • Verificar se os planos de aula foram concluídos pelos professores no início de cada semestre;
  • Analisar e intermediar o processo de jubilamento levantados pelo SEGEA;
  • Analisar e encaminhar as demandas dos alunos (2ª chamada, exame de suficiência, convalidação de disciplinas, atividade acompanhada, abono de faltas, etc.);
  • Presidir o NDE e o Colegiado do Curso;
  • Analisar e deliberar os pedidos de mobilidade e transferência acadêmica;
  • Participar de reuniões didático-pedagógicas coordenadas pela diretoria de graduação;
  • Participar de treinamentos coordenados pela pró-reitoria de graduação; e,
  • Participar de ações junto ao CREA (participação em reuniões, certificação do curso, etc).

 

>>> Link - Portarias comprovam a atuação da coordenadora <<<

A atuação do coordenador se faz presente no atendimento na relação com os docentes e discentes. Os alunos possuem vários canais de comunicação com o coordenador do curso: e-mail, atendimento presencial, página no curso e até através das redes sociais. E também há, por parte da coordenação, uma forte articulação com o Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica (CAEEL), a fim de responder dúvidas e garantir o acesso às informações ao maior número possível de estudantes.

A representatividade do coordenador nos conselhos superiores é refletida no conselho de gestão do campus. No conselho de gestão do campus é eleito um coordenador que representa os cursos de Bacharelados. A coordenação atual possui um plano de ação documentado aprovado pelo Colegiado do curso, no qual se encontram as principais ações estratégicas. Ainda assim, a atuação do coordenador do curso dar-se-á por meio da pesquisa de Clima Organizacional promovida pela reitoria da universidade, e também pela Avaliação Individual pela Chefia, que acontece anualmente e considera indicadores como: Formação/Atualização Continuada, Funcional Pedagógico e Produção Institucional (item 8.2 do PPC).

>>> LINK - Avaliação da coordenadora <<<

Também cabe à coordenação administrar a potencialidade do corpo docente do seu curso, e isso é realizado através da indicação em portarias específicas em prol da melhoria contínua do curso e da instituição, como as funções de professor responsável pelos estágios, atividades complementares, extensão, internacionalização, responsável pelos laboratórios e TCC. A coordenação também fomenta e motiva o corpo docente na participação de treinamentos técnicos e formação continuada.

TOPO!

Indicador 2.4. REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DE CURSO

O regime de trabalho do coordenador do Curso de Engenharia Elétrica é dedicação exclusiva, isto é tempo integral, de modo que permite ao coordenador atender a gestão do curso, os docentes e discentes do curso, além de ser presidente do Colegiado do Curso e do NDE.

O próprio coordenador indica um coordenador substituto para eventuais ausências e auxílio nos trabalhos da coordenação do curso.

Com a dedicação exclusiva, o coordenador apresenta um perfil de gestor pedagógico, comprometido com o investimento na melhoria da qualidade do curso tanto para os docentes quanto para os discente, analisando as dimensões didáticas, pedagógicas, administrativas e políticas, mediante o exercício da liderança ética, democrática com ações propositivas e proativas.

A atuação do coordenador se faz presente no atendimento na relação com os docentes e discentes. Os alunos possuem vários canais de comunicação com o coordenador do curso: email, atendimento presencial, página no curso e até através das redes sociais. E também há, por parte da coordenação, uma forte articulação com o Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica (CAEEL), a fim de responder dúvidas e garantir o acesso às informações ao maior número possível de estudantes.

A representatividade do coordenador nos conselhos superiores é refletida no conselho de gestão do campus e na câmara técnica COGEP. No conselho de gestão do campus é eleito um coordenador que representa os cursos de Bacharelados, e no COGEP normalmente é o coordenador de curso quem faz parte. Como o mandato do COGEP é de 4 anos, a representação do curso de engenharia elétrica é garantida pelo prof. Sérgio Okida. A coordenação atual possui um plano de ação documentado aprovado pelo Colegiado do curso, no qual se encontram as principais ações estratégicas. Ainda assim, a atuação do coordenador do curso dar-se-á por meio da pesquisa de Clima Organizacional promovida pela reitoria da universidade, e também pela Avaliação Individual pela Chefia, que acontece anualmente e considera indicadores como: Formação/Atualização Continuada, Funcional Pedagógico e Produção Institucional (item 8.2 do PPC).

Também cabe à coordenação administrar a potencialidade do corpo docente do seu curso, e isso é realizado através da indicação em portarias específicas em prol da melhoria contínua do curso e da instituição, como as funções de professor responsável pelos estágios, atividades complementares, extensão, internacionalização, responsável pelos laboratórios e TCC. A coordenação também fomenta e motiva o corpo docente na participação de treinamentos técnicos e formação continuada.

TOPO!

Indicador 2.5. CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO

O corpo docente do Curso de Engenharia Elétrica é formado por 60 professores, sendo que entre eles 53 professores possuem doutorado e os 7 professores restantes possuem o título de mestre, conforme item 7 do PPC. Dentre estes professores, mais de 50% deles possuem produção mínima de 9 trabalhos nos últimos três anos.

Os docentes do curso de engenharia elétrica planejam os conteúdos dos componentes curriculares, atualizam a bibliografia e a metodologia em seus planos de ensino, a fim de relacionar seu planejamento aos objetivos da sua disciplina e ao perfil do egresso. Os planos de ensino dos docentes do curso estão publicamente disponíveis na página da UTFPR:

>>>LINK - CORPO DOCENTE<<<, é possível verificar:

  • Nome;
  • Formação;
  • E-mail;
  • Departamento de atuação;
  • Link para o lattes (CNPQ);
  • Data de atualização verificada; e
  • Comprovantes dos últimos anos;
  • Estatística da relação de professores com mestrado e doutorado, e o percentual de professores com dedicação exclusiva (DE).

>>> LINK - CORPO DOCENTE E DISCIPLINA MINISTRADA <<< (Atualizado a cada semestre.)

Os docentes sempre incentivam a produção do conhecimento, por meio de grupos de estudo, quais muitos abordam a busca de soluções em problemas reais, que acabam se tornando, inclusive, trabalhos de conclusão de curso, como o caso de um recente trabalho que envolveu o desenvolvimento de um aplicativo para smartphone a fim de diagnosticar COVID através de imagens de raio-X a ser implantado em unidades básicas de saúde.

Os docentes do curso de graduação em Engenharia Elétrica são estimulados a homologar projetos de pesquisa nos quais conste orientação de alunos de iniciação científica e tecnológica e a colaborar nas linhas de pesquisa e co-orientação de discentes da Pós Graduação em Engenharia Elétrica da UTFPR-PG e de outras pós-graduações que existem no campus Ponta Grossa . Assim, os discentes são incentivados a participar de editais dos programas de iniciação científica e tecnológica da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPPG). Desde a abertura do curso tivemos 77 alunos bolsistas e voluntários em projetos de pesquisa como iniciação científica e tecnológica, e todos estes alunos devem apresentar trabalho no Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UTFPR, que ocorre anualmente. Ainda assim, alunos de graduação do curso de engenharia elétrica tiveram seu trabalho de iniciação científica publicado em renomados congressos internacionais da IEEE, na Colômbia em 2019, na Argentina em 2020 e no Chile em 2021 (online). Os alunos tiveram a oportunidade de apresentar os trabalhos e viajarem com o programa de apoio à participação de eventos do NUAPE, através de uma ajuda de custo para a viagem (item 10.5 do PPC).

Portanto o corpo docente do Curso de Engenharia Elétrica analisa os conteúdos das disciplinas, preocupando sempre me formar um raciocínio lógico para o discente visando a atuação profissional do mesmo; de modo a incentivar a produção de conhecimentos.

TOPO!

Indicador 2.6. REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO

O regime de trabalho de todo corpo docente descrito é de 40h semanais com Dedicação Exclusiva.

Com os professores de dedicação exclusiva, os estudantes podem ter um atendimento integral seja durante os horários de permanência aos alunos, ou mesmo quando o acadêmico combina um horário de atendimento com o seu professor.

Os professores ficam na instituição em uma ambiente definido durante a sua jornada de trabalho As salas dos professores proporcionam um ambiente para um atendimento privativo de alunos e orientandos. O horário das aulas, das permanências do professor na instituição e as permanências aos alunos são registradas no Sistema Acadêmico da UTFPR.

O registro de atividades do docente é documentado no sistema acadêmico, relacionando todas as portarias, orientandos e projetos que o docente possui. Este relatório é utilizado para progressões e também no planejamento das atribuições das atividades do curso pela gestão.

Com esse regime de trabalho, o corpo docente possui horas disponíveis para preparação das aulas e correções das avaliações de aprendizagem, participar das reuniões de departamento, ser orientador de IC, estágio e,TCC, além de pode ser membro do NDE e/ou colegiado, para que atue de forma direta no planejamento didático do curso, promovendo a melhoria contínua do curso de Engenharia Elétrica.

TOPO!

Indicador 2.7. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO DOCENTE

Os professores do curso de Engenharia Elétrica possuem experiências profissionais, o que permite contextualizar o conteúdo ministrado nas diferentes unidades curriculares com problemas e demandas do mundo real.

Destacam-se, como exemplo, alguns professores. O professsor Antonio Vanderley Herrero Sola que já atuou com consultoria na área de Engenharia Elétrica e ministra as disciplinas de Projetos De Instalações Elétricas e TCC1; o professor Augusto Foronda, que já trabalhou na Companhia Paranaense de Energia, COPEL, e ministra a disciplina de Computação 1; a professora Cristhiane Goncalves, que trabalhou com projetos na Prefeitura Municipal de São Carlos - SP, e atua com a disciplina de Princípios De Comunicações e é responsável pelos estágios do curso; o professor Edison Luiz Salgado Silva, que possui experiências adquiridas no Instituto Lactec, LACTEC, e na Companhia Paranaense de Energia, COPEL, ministrando as disciplinas de Materiais Elétricos,Máquinas Elétrica e responsável pelas Atividades Complementares; o professor Flavio Trojan, que já atuou na Companhia de Saneamento do Paraná, SANEPAR, e ministra a disciplina de Desenho Técnico o professor Josmar Ivanqui, com sua experiência profissional adquirida na WEG Motores SA., WEG, e ministra a disciplina de Trabalho De Conclusão De Curso 2; a professora Marcella Scoczynski Ribeiro Martins , que já atuou na KMM Engenharia de Sistemas, na Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte e na Esso Brasileira de Petróleo, ESSO, e ministra a disciplina de Artificial Intelligence; o professor Max Mauro Dias Santos, que trabalhou na Ford Motor Company, FORD, na Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, ABM, e trabalha com a disciplina de Instrumentação; o professor Murilo Oliveira Leme, profissionalmente experiente da Brasil Telecom S A, da Empresa Brasileira de Telecomunicações, EBT, e ministra as disciplinas de Introdução À Engenharia, Energia e Eficiência Energética; a professora Regina Negri Pagani, da área de Economia e Eng. de Produção, que atuou no Centro de Cultura Anglo Americana, CCAA, e na Prefeitura Municipal de Jussara - PR, ministrando a disciplina de Economia; o professor Sergio Okida, que já trabalhou na Cia de Cimento Portland Rio Branco, VOTORANTIN, Engenharia Projetos e Montagens LTDA, ENGEPROM, Departamento Estadual de Construção Obras e Manutenção, DECOM, Companhia Paranaense de Energia, COPEL, e ministra as disciplinas de Princípios De Medidas Elétricas e Geração, Transmissão E Distribuição De Energia; e o professor Frederic Conrad Jansen, que já trabalhou na Continental do Brasil e na Mentor Photonics, e atualmente ministra a disciplina de Princípios de Robótica.

Há vários projetos elaborados por estes docentes, e pelos demais, em que os alunos da graduação conseguem desenvolver as competências descritas no perfil do egresso, contando com a experiência profissional dos seus professores.

Entre os projetos podemos citar alguns: Pack de baterias de Íons Lítio com BMS, que envolve seis alunos de graduação, com três alunos de mestrado e um professor do campus e outros professores de outras instituições de ensino superior. O objetivo desse projeto é desenvolver um pack de baterias de íons de lítio com um dispositivo acoplado a sistema de controle de baterias (BMS) do pack para mobilidade elétrica aplicado a veículos urbanos de pequeno porte, com o desenvolvimento de tecnologia 100 %brasileira, inédita e com preço acessível. Serão estudadas diversas configurações, de forma a se obter a conclusão pela solução ótima sob o ponto de vista da eficiência energética, da segurança que a aplicação veicular requer, gerenciamento da energia elétrica armazenada com a demanda de veículos elétricos compactos durante a operação. Outro projeto que devemos citar é a Interligação de Sistemas Eólicos de Pequeno Porte à Rede Elétrica, propondo soluções para essa interligação, de modo a contemplar um estudo detalhado das topologias dos conversores, as estratégias de controle e a modelagem matemática do sistema. Um projeto que os docentes estão iniciando nesse primeiro semestre de 2022 é a avaliação do impacto de novos empreendimentos residenciais na drenagem urbana e na poluição sonora ambiental por meio da Inteligência Artificial. O projeto utilizará técnicas de deep learning, redes neurais convolucionais e simulação de Monte Carlo para o diagnóstico das áreas relacionadas à drenagem urbana. Esse projeto envolverá cinco alunos de graduação com dois alunos de mestrado.

Há mais exemplos de projetos em que alunos de graduação são envolvidos, porém com esses três exemplos pode-se mostrar que o corpo docente do curso de Engenharia Elétrica promove a interdisciplinaridade entre as unidades curriculares promovendo a interação do conteúdo com a prática, preparando o acadêmico para o mundo do trabalho.

>>> Link para portarias de atividades extraclasse <<<

TOPO!

*Indicador 2.8 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Indicador 2.9. EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA SUPERIOR

Os professores do curso de Engenharia Elétrica conseguem identificar as dificuldades dos acadêmicos promovendo aulas expositivas e dialogadas, além de diversas metodologias de ensino capazes de identificar a aprendizagem da turma, como: seminários, estudo de casos, projetos, sala de aula invertida e gamificação. O corpo docente procura expor os conteúdos em linguagem clara para a turma, e elabora atividades específicas para alunos com dificuldades, fomentando os diferentes tipos de aprendizagem. Exemplos disso são disciplinas que incluem atividades teóricas, seminários em grupos, projetos interdisciplinares e apresentações, fazendo com o que o aluno contextualize os conteúdos e potencialize o seu aprendizado compartilhando informações com os demais colegas.

Cada docente do curso de Engenharia Elétrica tem autonomia para uso dessas metodologias, e cabe ao coordenador e o NDE o acompanhamento de sua aplicação dentro do curso, através do plano de ensino, do plano de aula e da avaliação do docente pelo discente.

Muitos docentes do curso são reconhecidos pela sua liderança e sua produção. Como exemplos temos os professores:

  • Max Mauro Dias Santos: IES Student Paper Travel Award - IEEE INDIN 2016 - France, Menção Honrosa Eletro-eletrônica- SAE Brasil Congress - 2015 e Prêmio Destaque Novos Engenheiros - AEA 2018.
  • Sérgio Stevan, destaque de uma publicação na IEEE SPECTRUM em 2020: https://spectrum.ieee.org/new-electronic-nose-sniffs-out-perfectly-ripe-peaches-for-harvest.
  • Carlos Illa Font: Menção Honrosa na Modalidade Engenharia Elétrica no XXVI Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UTFPR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná., Universidade Tecnológica Federal do Paraná em 2021, Menção Honrosa na Modalidade Engenharia Elétrica no XXV Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UTFPR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em 2020, prêmio de Melhor Tese de Doutorado 2017 (Doutorando: Paulo Junior Silva Costa, Orientador: Prof. Dr. Telles Brunelli Lazzarin, Coorientador: Prof. Dr. Carlos Henrique Illa Font) pela Sociedade Brasileira de Eletrônica de Potência - SOBRAEP. Best Paper Award in Power Electronics Area at IEEE/IAS International Conference on Industry Applications - INDUSCON 2014, IEEE Industry Application Society.
  • Marcella Scoczynski: Em 2021 foi selecionada em um programa da NASA - National Aeronautics and Space Administration e do Frontier Development Lab (FDL) para atuar no projeto de pesquisa que estuda a origem dos ventos solares e seu impacto na Terra, recebendo um Award of Merit da NASA - National Aeronautics and Space Administration. Paper "On the performance of multi-objective estimation of distribution algorithms for combinatorial problems" foi nominado na seção de Best Paper da CEC'18, estando entre os seis melhores., IEEE - WCCI 2018. Sua Tese de Doutorado foi premiada em 2o. lugar na 11a. edição do CTDIAC (Concurso de Teses e Dissertações em Inteligência Artificial e Computacional) durante o 7th Brazilian Conference on Intelligent Systems, Sociedade Brasileira de Computação e IBM Research|Brazil, em 2018, e premiada no Postgraduate Theses Contest (PTC) durante o 5th IEEE Latin American Conference on Computational Intelligence LA-CCI, realizado no México, patrocinado pela IEEE., Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE), também em 2018. Também o trabalho de seus alunos sob sua orientação recebeu o prêmio de melhor apresentação no Datathon do Hospital Albert Einstein, onde envolveu o diagnóstico de COVID através de imagens pulmonares.
  • Também é importante destacar o Programa: Rota2030 - FUNDEP - LINHA V Chamada nº 01/2020, o qual os professores Fernanda Correa, Carlos Illa Font e Max Mauro foram contemplados com bolsas para alunos de graduação e pós-graduação, e os professores bolsistas produtividade que atuam no departamento: Adriano Doff Sotta Gomes, Angelo Marcelo Tusset, Cassiano Moro Piekarski, Ezequiel Costa Siqueira, Flavio Trojan. Sani De Carvalho Rutz Da Silva, Sergio Luiz Stevan Junior e Hugo Valadares Siqueira.

TOPO!

*Indicador 2.10 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

*Indicador 2.11 EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Indicador 2.12. ATUAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE

De acordo com a resolução nº 103/2019 - COGEP, retificada em 27 de novembro de 2019. "O Colegiado de Curso de Graduação é um órgão propositivo, responsável por assessorar à coordenação, em assuntos que envolvam políticas de ensino, de pesquisa e de extensão, em conformidade com princípios, finalidades e objetivos da UTFPR estabelecidos nos documentos institucionais”.

O Art. 4º da resolução nº 103/2019 estabelece que o Colegiado de Curso é constituído por:

  • Coordenação do Curso, na presidência;
  • Professor responsável pela atividade de estágio – PRAE;
  • Professor responsável pelo trabalho de conclusão de curso – PRATCC;
  • Professor responsável pelas atividades de extensão – PRAExt;
  • Professor responsável pelas atividades Complementares ou Atividades Integradoras para o Enriquecimento Curricular, quando houver;
  • Professor responsável pelas atividades de internacionalização – PRAInt;
  • Professor representante do colegiado de curso na Câmara Técnica do Conselho de Graduação e Educação Profissional (COGEP);
  • No mínimo, dois docentes eleitos pelos seus pares e seus respectivos suplentes que ministram aulas ou tenham atividades relacionadas com as áreas específicas do curso de acordo com regras definidas por cada Coordenação no regulamento de eleição;
  • No mínimo, um docente eleito pelos seus pares ou indicado pelo coordenador de curso, que não se enquadre no item VIII e que ministre aulas no curso;
  • Até dois representantes discentes, regularmente matriculados no curso, com seus respectivos suplentes, indicado pelo órgão representativo dos alunos do curso, e na ausência deste, pelo Coordenador do Curso.

Os docentes interessados em assumir função no colegiado manifestam sua intenção, em reunião, e havendo interessados acima do número de vagas é realizada uma consulta com os presentes. A partir do resultado desta, os mais votados são indicados para integrarem o Colegiado de Curso.

>>> Link - Portaria dos membros do colegiado <<<

As reuniões ordinárias ocorrem duas por semestre, as atas são registradas no Sistema Eletrônico de Informação (SEI) e assinadas eletronicamente. O colegiado também se reúne extraordinariamente para tratar de decisões relacionadas ao curso, como aconteceu com o formato das disciplinas a serem ofertadas em 2022 devido à pandemia do COVID-19.

>>> LINK para as atas das reuniões, organizadas por ano: <<<

>>> COLEGIADO 2022 <<<

>>> COLEGIADO 2021 <<<

>>> COLEGIADO 2020 <<<

>>> COLEGIADO 2019 <<<

As ações do Colegiado são descritas em seu artigo 3º, compete ao Colegiado de Curso:

  • Elaborar a lista tríplice de indicação da Coordenação de Curso;
  • Estabelecer procedimentos para a indicação dos membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE) tomando como base os critérios definidos no Regulamento do Núcleo Docente Estruturante dos Cursos de Graduação;
  • Definir processo de escolha, eleição e nomeação de representantes (titular e suplente) do Colegiado de Curso na Câmara Técnica do Conselho de Graduação e Educação Profissional (COGEP);
  • Propor os critérios para afastamento e licença dos docentes nas áreas específicas do curso, quando não houver Conselho Departamental, respeitadas as regras existentes na instituição;
  • Propor aos Órgãos Superiores da Instituição o estabelecimento de convênios de Cooperação Técnica e Científica;
  • Submeter ao COGEP, em substituição ao projeto de abertura do curso, um Projeto Pedagógico do Curso (PPC), atendendo o prazo máximo para protocolo de reconhecimento/renovação de reconhecimento, junto ao MEC;
  • Submeter ao Conselho de Graduação e Educação Profissional alterações de PPC;
  • Atualizar no PPC do curso, as alterações emitidas resoluções do COGEP, destacando em sua capa e rodapé a versão do projeto pedagógico e o número das resoluções que o alteraram;
  • Enviar à Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD) e manter em seu sítio eletrônico, a versão mais atualizada de seu projeto pedagógico;
  • Auxiliar a Coordenação de Curso na implantação e execução do PPC;
  • Definir, juntamente com o Núcleo Docente Estruturante (NDE), as disciplinas extensionistas a serem ofertadas e as cargas horárias concedidas para que a acreditação seja feita nos Projetos Pedagógicos dos Cursos;
  • Emitir parecer a respeito de proposta de disciplina extensionista ou de atividade curricular de extensão;
  • Aprovar projeto de componentes curriculares a serem ofertadas na modalidade semipresencial ou não presencial, definindo as unidades curriculares do curso que poderão ter turmas com vagas destinadas a estudantes sem presença obrigatória assegurando limite de carga horária em conformidade com o Regulamento da Criação e da oferta de unidades curriculares na modalidade semipresencial e na modalidade não presencial;
  • Analisar e emitir parecer sobre os planos de ensino das disciplinas do curso;
  • Emitir parecer à Coordenação do curso a respeito da aprovação de plano de estudo a alunos que cursarem unidades curriculares em cursos superiores em instituição que não há acordo de mobilidade;
  • Discutir e aprovar normas Complementares para o desenvolvimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC).
  • Aprovar proposta de TCC realizado em outro campus da UTFPR, em instituições conveniadas ou no exterior;
  • Analisar recursos e emitir parecer a respeito da substituição de orientadores de TCC;
  • Propor à Coordenação de Curso, procedimentos e pontuação para avaliação de Atividades Complementares, quando houver;
  • Propor procedimentos referentes ao Evento de Avaliação de Estágio Curricular Obrigatório;
  • Propor e apoiar a promoção de eventos acadêmicos do curso;
  • Auxiliar a Coordenação de Curso na definição das áreas de contratação de docentes do curso;
  • Auxiliar a Coordenação de Curso nas avaliações relacionadas aos processos de regulação do curso;
  • Propor, conjuntamente a coordenação, mecanismos para a avaliação do desempenho do curso; e,
  • Atribuir a quantidade de membros a serem eleitos para o colegiado, referente aos itens VIII, IX e X do art.4º deste documento (Constituição do colegiado).

TOPO!

*Indicador 2.13 TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO

*Indicador 2.14 EXPERIÊNCIA DO CORPO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

*Indicador 2.15 INTERAÇÃO ENTRE TUTORES, DOCENTES E COORDENADORES DE CURSO A DISTÂNCIA

Indicador 2.16. PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA

Pelo menos 50% dos docentes possuem, no mínimo, 9 produções nos últimos 3 anos.

Dentre estes professores, mais de 50% deles possuem produção mínima de 9 trabalhos nos últimos três anos.

O curso de Engenharia Elétrica possui uma integração com a pós-graduação através da oferta de disciplinas do Mestrado em Engenharia Elétrica como disciplinas optativas no curso de graduação, permitindo que alunos com interesse em prosseguir seus estudos na pós-graduação tenham a oportunidade de antecipar créditos do Mestrado. Além disso, visando maior integração com a pós-graduação, praticamente todas as disciplinas do Mestrado são ofertadas como optativas da Graduação. Isso permite ao aluno antecipar créditos caso venha a ingressar no Mestrado, conforme resolução 90/2018 COGEP, e também tenha uma produção cientifica na sua graduação.

As atividades relacionadas à extensão são estimuladas através da parceria com indústrias, visando atender alguma demanda específica. Também, motivados por ações ao combate do COVID-19, muitos projetos de extensão foram implementados por professores e alunos do curso. Um exemplo foi o desenvolvimento de um ventilador mecânico de custo acessível e fabricação rápida, denominado AIR (Aparelho de Interface Respiratória), com os requisitos mínimos necessários para auxílio no tratamento de insuficiência respiratória aguda, em pacientes acometidos pela COVID-19. O equipamento foi desenvolvido no COLLAB (Laboratório Colaborativo) - UTFPR-PG, e contou com uma parceria de uma empresa local, por uma equipe composta por quatro estudantes de Engenharia Elétrica, um de Engenharia Mecânica, dois acadêmicos de Ciências da Computação e dois professores, Joaquim de Mira Jr. (coordenador do projeto) e Frederic Conrad Janzen, ambos do Departamento Acadêmico de Eletrônica - DAELE. Também fez parte da equipe Paula Motta, fisioterapeuta especialista em terapia intensiva e fisioterapia respiratória.

Ainda entre as ações contra o COVID, um projeto de extensão universitária sob coordenação das professoras do DAELE Cristhiane Gonçalves e Marcella Scoczynski Martins de Engenharia Elétrica também desenvolveram um aplicativo para smartphones para plataformas iOS e Android, a fim de diagnosticar o vírus através de exames radiográficos do pulmão, a ser implantado em unidades básicas de saúde.

Outro projeto de destaque do curso é A UTForce e-Racing. Trata-se de um projeto multidisciplinar, uma vez que conta com membros de diversos cursos, tais como: Engenharia Eletrônica, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Ciências da Computação, Tecnologia em Automação Industrial, Tecnologia em Fabricação Mecânica e Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O objetivo do projeto de construção de carros elétricos no estilo fórmula, construído por estudantes de engenharia. Os acadêmicos do curso competem no âmbito nacional anualmente através da Competição Fórmula SAE Brasil, consistindo de provas com enfoque no desenvolvimento de produto e performance, regulado pela SAE® International.

O projeto foi fundado em setembro de 2015 por acadêmicos do curso de Engenharia Eletrônica da UTFPR, câmpus Ponta Grossa .

A equipe trabalha projetando e desenvolvendo sistemas complexos através do trabalho em equipe, formando profissionais e cidadãos capacitados para o mercado de trabalho e atentos às problemáticas ambientais atuais.

A docente Fernanda Cristina Corrêa coordenadora de projeto que envolve o campus Curitiba e unidades do Senai de Londrina e da capital paranaense e o Campus Ponta Grossa desenvolverá um pack de baterias de íons lítio com sistema de controle de baterias (BMS), que tem como objetivo aumentar a vida útil do sistema e torná-lo mais competitivo. Como a bateria corresponde de 30 a 40% do custo de um veículo e é um empecilho para os elétricos, o projeto tem grande visibilidade.

As UTFPRs e o Senai têm como parceiras do projeto a montadora Renault do Brasil e a Clarios Energy Solutions, fornecedora de baterias que auxiliará com conhecimento e suporte técnico. O projeto é focado em veículos urbanos de pequeno porte que deverá ser aplicado ao Zoe, veículo 100% elétrico da Renault. No total, serão investidos mais de R$ 2,11 milhões no projeto, sendo que R$ 497,1 mil são destinados à Ponta Grossa . A maior parte (71%) dos recursos locais serão direcionados para bolsas de estudo e o restante será dividido entre taxa administrativa da Funtep (13%) e equipamentos e testes (16%) – entre os investimentos está a aquisição de um simulador para o campus local, por exemplo.

Serão envolvidos estudantes e pesquisadores dos cursos de Engenharia Elétrica e Física. Um estudo como esse gera mão de obra especializada. A indústria vem se tornando mais competitiva e precisa de pessoal qualificado para acompanhar os avanços tecnológicos.

O projeto denominado "Pack de Baterias de Íons Lítio com BMS” é um dos projetos selecionados pelo Rota 2030, iniciativa do Governo Federal que visa estimular o investimento e o fortalecimento das empresas brasileiras do setor automotivo por meio do desenvolvimento e da aplicação de novas tecnologias. A iniciativa abre oportunidades para as empresas do setor investirem no desenvolvimento e na aplicação de novas tecnologias, desenvolvidas por pesquisadores de universidades e instituição de ensino.. Ele faz parte do eixo de propulsão alternativa á combustão e segue a linha temática "desenvolvimento e modelagem dos sistemas de armazenamento de energia”.

Um dos grandes desafios para a eletrificação veicular são as baterias e seu gerenciamento com o monitoramento e controle rigoroso de diversos parâmetros. Desta forma, o projeto visa desenvolver um pack de baterias de íons de lítio com sistema de controle de baterias (BMS) do pack para mobilidade elétrica aplicado a veículos urbanos de pequeno porte, que atenda as demandas de energia/potência de um veículo compacto para uma autonomia adequada dentro de grandes centros urbanos.

Nos seus 2 anos de duração, em 1 ano e meio ele será desenvolvido segmentadamente pelas instituições de ensino, para nos últimos seis meses ser integrado. A UTFPR de Ponta Grossa será responsável pelo desenvolvimento do sistema de gerenciamento das células da bateria, o Senai pelo pack em si e a UTFPR de Curitiba pela modelagem.

Projeto SegurAuto - Projeto e Desenvolvimento Integrado de Funções de Segurança Assistida ao Condutor e Ambiente para Veículos Autônomos

Descrição: Este projeto faz parte da chamada CONSEV: Condução Segura e Eficiente de Veículos da FUNDEP (Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa). Sob coordenação do prof. Dr. Max Mauro Dias Santos, consiste em um consórcio formado por ICTs e empresas do setor automobilístico para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de Sistemas de Segurança Veicular. Sendo assim, este projeto pretende desenvolver funções de Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor (ADAS), além de proporcionar o desenvolvimento de ambiente para condução autônoma, sendo potencialmente aplicadas em veículos de passeio e comerciais. As funções a serem desenvolvidas serão implementadas, verificadas e validadas em ambiente virtuais, veículos em pequena escala e veículo reais, tendo como base as particularidades da malha viária e da infraestrutura de tráfego brasileira. Para contribuir com o aumento do nível de autonomia veicular em veículos comerciais, também será desenvolvida uma infraestrutura de comunicação intra-veicular e inter-veicular O projeto objetiva uma sólida formação de recursos humanos na área de engenharia automotiva, além de proporcionar maior aproximação entre academia e indústria. O projeto pretende ainda atender a uma demanda crescente de montadoras e fornecedores automotivos, ao desenvolver uma plataforma de simulação virtual e em tempo real, para testar, verificar e validar funções ADAS dentro das características viárias brasileiras. Estão inseridos 06 acadêmicos.

Todas estas iniciativas promovem o desenvolvimento dos alunos, sua interação com as demandas do mercado de trabalho e os capacita para buscar soluções atuais.

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